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O relator da CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira (MDB-SE), decidiu incluir o Banco Master no relatório final da comissão apontando falhas e omissões da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e do Banco Central, infiltração e corrupção nos Poderes da República e um “duto” bilionário de lavagem de dinheiro.

A lista de indiciados ainda não está consolidada, mas Vieira avalia que será possível apontar erros dos órgãos reguladores na fiscalização do conglomerado de Daniel Vorcaro. “O caso do Banco Máximo é paradigmático do ponto de vista do sistema de lavagem de dinheiro e da infiltração pela corrupção”, disse o senador ao Estadão.

Com data de encerramento prevista para 14 de abril, a CPI ainda pretende aprofundar investigações sobre a relação entre fundos de investimentos suspeitos e políticos. O relator pediu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para prorrogar os trabalhos, mas Alcolumbre resiste à tentativa.

“Vai ser muito claro e o relatório seguramente vai apontar falhas e omissões por parte da CVM e do Banco Central, infiltração via corrupção dos Poderes da República e um duto de lavagem de dinheiro extraordinariamente relevante”, afirmou Alessandro Vieira ao Estadão.

O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro do ano passado. O banqueiro Daniel Vorcaro está preso e começou a negociar uma delação premiada. As operações fraudulentas com o Banco de Brasília (BRB), as movimentações financeiras de Vorcaro e as conexões políticas do empresário entraram no radar da CPI.

Estadão

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O secretário da Fazenda do RN, Cadu Xavier, afirmou nesta quarta-feira (25) que o governo não tem registro de servidores estaduais com nome negativado por causa de atrasos nos repasses de empréstimos consignados.

A declaração foi feita durante reunião da Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa.

Segundo ele, apesar dos atrasos, não há casos oficiais de inclusão de servidores em cadastros como SPC ou Serasa.

“Não temos registro de negativação dos servidores. Isso não chegou ao Governo do Estado”, disse.

Xavier explicou que o principal problema hoje é o bloqueio de novas operações de crédito consignado por parte do Banco do Brasil, responsável por cerca de 90% desse tipo de empréstimo no estado.

O deputado Luiz Eduardo contestou a fala do secretário. Segundo ele, há relatos e dados de sindicatos indicando que servidores já foram negativados e enfrentam dificuldades para conseguir crédito.

“Há servidores que já não conseguem novas linhas de crédito por estarem negativados”, afirmou.

Em resposta, o secretário pediu que esses casos sejam formalmente informados ao governo e reforçou que não há registros oficiais.

Xavier também atribuiu os atrasos a uma queda na arrecadação. Segundo ele, o orçamento de 2025 previa receitas de R$ 15 bilhões, mas houve uma frustração de cerca de R$ 400 milhões.

Ao final da sessão, a comissão aprovou um pedido para que o governo apresente detalhes sobre o credenciamento das instituições financeiras que operam o crédito consignado no estado.

Fonte: 98 FM Natal

Foto: Victor Piemonte/STF

Ministros do Supremo Tribunal Federal articulam uma possível saída de Dias Toffoli da 2ª Turma da Corte, responsável por julgar processos ligados ao Banco Master.

A medida busca evitar novos desgastes ao ministro, que já se declarou suspeito em um dos casos envolvendo o banco — o pedido de prisão de Daniel Vorcaro.

Uma das alternativas discutidas é a ida de Flávio Dino da 1ª para a 2ª Turma. Com isso, Toffoli deixaria de participar dos julgamentos relacionados ao caso.

Toffoli era o relator do processo, mas saiu da condução após a Polícia Federal enviar ao presidente do STF, Edson Fachin, um relatório sobre sua relação com Vorcaro.

O caso passou então para André Mendonça, sorteado como novo relator. Como decisões mais sensíveis costumam ser analisadas pela turma do relator, a permanência de Toffoli no colegiado pode manter o ministro envolvido nos julgamentos.

Com informações de Matheus Teixeira, CNN Brasil

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, marcou para esta quarta-feira um almoço com os colegas da Corte numa tentativa de alinhar posições e reduzir tensões internas. A iniciativa, que ocorre em meio a uma sequência de casos com potencial de desgaste à Corte, enfrenta resistências dentro do tribunal.

Segundo apurou O GLOBO, pelo menos dois ministros não devem comparecer ao encontro, sinalizando a dificuldade da presidência em reunir a Corte num momento de forte pressão externa e divergências internas.

Reservadamente, um ministro afirmou que o ambiente ainda está contaminado por episódios recentes e lembrou que a última reunião entre integrantes do STF acabou sendo gravada, em referência ao encontro que antecedeu a saída do ministro Dias Toffoli da relatoria do caso Master, episódio que gerou desgaste e aprofundou a desconfiança entre os pares.

Desde que assumiu a presidência do Supremo, em setembro de 2025, Fachin vem promovendo almoços mensais com os colegas com o intuito de debater temas relativos à pauta de julgamentos e também questões internas. Os encontros, contudo, têm tido menor adesão desde que o tribunal entrou em uma de suas piores crises de imagem com os desdobramentos do caso Master.

O almoço ocorre no mesmo dia em que o Supremo retoma o julgamento sobre os penduricalhos, verbas indenizatórias que permitem a servidores públicos receber acima do teto constitucional. A análise envolve a validação de decisões liminares dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que determinaram a suspensão desses pagamentos e mobiliza tanto o Judiciário quanto o Congresso.

Já na quinta-feira, a Corte deve analisar a decisão do ministro André Mendonça que determinou a prorrogação da CPI do INSS, outro tema sensível que tem potencial de ampliar o desgaste do tribunal ao colocá-lo diretamente no centro de uma disputa política.

Nos bastidores, ministros avaliam que a combinação desses dois julgamentos eleva a temperatura no STF e dificulta qualquer tentativa de pacificação interna. Há receio de que decisões nessas frentes aumentem a pressão do Congresso sobre a Corte, especialmente em um ano pré-eleitoral.

O GLOBO revelou semana passada que Fachin se reuniu com ministros mais críticos à sua gestão no intuito de distensionar o ambiente interno no Supremo. O encontro, contudo, acabou produzindo o efeito contrário e aprofundou o racha existente entre as alas do tribunal.

O Globo

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Uma tragédia sem precedentes aconteceu nas primeiras horas da tarde desta quarta-feira, dia 25, perto da passarela do Vilar em Macaíba. Segundo informações, um jovem soldado da Aeronáutica teria perdido o controle de sua motocicleta, caído em baixo de uma carreta e não resistiu aos ferimentos, vindo a falecer instantaneamente. Oficiais da Aeronáutica e a PRF estiveram no local e isolaram a área até a chegada do ITEP. De acordo com relatos, o jovem residia no conjunto Alfredo Mesquita.

A noite dessa terça-feira (23) terminou muito triste em Mossoró, no Oeste do Rio Grande do Norte, com a morte de Bárbara Flayane Marques Ferreira, 25 anos, estudante do 2º período do curso de Medicina da UERN.

No final da tarde, Bárbara sofreu um acidente na Av. Rio Branco, nas proximidades da Estação das Artes Elizeu Ventania. Segundo informações do blog Fim da Linha, ela seguia de motocicleta para a faculdade quando se assustou com o barulho de uma freada brusca de outro motociclista. Com o susto, ela caiu na via e foi atingida por um caminhão.

A jovem foi socorrida em estado gravíssimo e levada ao Hospital Regional Tarcísio Maia, onde recebeu atendimento intensivo. Durante os procedimentos, sofreu paradas cardiorrespiratórias, chegou a ser reanimada e passou por cirurgia, mas não resistiu.

Bárbara cursava Medicina na UERN, após ter iniciado sua trajetória no curso de Enfermagem, onde já era admirada por colegas e professores.

Em nota oficial, a universidade decretou luto e suspendeu as atividades da Faculdade de Ciências da Saúde (Facs) nesta quarta-feira (25). A instituição também manifestou solidariedade à família, amigos e à comunidade acadêmica, profundamente abalada com a perda de uma jovem descrita como dedicada e com um futuro promissor na área da saúde.

Com informações de BZN Notícias

 


Levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta quarta-feira (25) indica que 53,5% dos brasileiros desaprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao mesmo tempo, 45,9% sinalizam aprovar o desempenho do petista. Outros 0,6% não souberam responder.

O índice de desaprovação ao trabalho de Lula avançou 1,5 ponto percentual em relação à rodada anterior, divulgada em fevereiro. No mesmo período, a taxa dos que declaram aprovar o desempenho do chefe de Estado oscilou um ponto percentual para baixo.

Avaliação do governo Lula
Ainda segundo a pesquisa desta quarta-feira, 49,8% avaliam o governo Lula como “ruim/péssimo”, e 40,6% como “ótimo/bom”. Outros 9,6% enxergam a administração federal como “regular”.

Metodologia
Foram entrevistadas 5.028 pessoas, entre os dias 18 e 23 de março, por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04227/2026.

Com informações da CNN Brasil

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Um casal morreu, na noite dessa terça-feira (24/3), após cair do 9º andar de um prédio durante uma briga, em Aracaju (SE). A Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP-SE) informou que o homem teria agredido a mulher e, em seguida, se jogado pela janela do apartamento.

O casal foi identificado como Washington Luís da Silva Matos e Ane Jaqueline Costa Santos Matos. Eles caíram na área comum do edifício. O caso aconteceu no bairro Farolândia, na zona sul da capital sergipana. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML).

As circunstâncias que levaram à queda do casal ainda não foram esclarecidas. A polícia não informou se o homem jogou a mulher pela janela ou se ela caiu. Informações preliminares indicam que Washington tinha um histórico de alcoolismo.

Antes da queda, três vizinhos tentaram entrar no imóvel para separar, mas foram atingidos por golpes de faca e deixaram o local para buscar socorro médico.

Uma mulher foi atingida por golpes de faca nas costas e encaminhada por uma equipe do Samu para atendimento médico, com quadro estável. Um homem também ficou ferido, com lesões na cabeça, axila e dedo. Outra pessoa teve ferimento leve em um dos dedos.

Equipes das polícias Civil e Militar estiveram no local, realizando os primeiros levantamentos. Imagens de câmeras de segurança do condomínio e do interior do imóvel devem ajudar na elucidação do caso.

A Polícia Civil de Sergipe apreendeu celulares, a arma branca usada contra os vizinhos e equipamentos de informática, que serão periciados.

Com informações do Metrópoles

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O governo Lula encontrou uma nova manobra para enterrar a CPMI do INSS. A base governista começou nesta terça, 24/3, a coletar assinaturas para um pedido de prorrogação da CPMI de apenas 15 dias. Ou seja, depois de duas semanas, o colegiado teria de encerrar os trabalhos.

Enquanto isso, o pedido já apresentado pela oposição é de prorrogação por mais 60 dias.

Nesta segunda-feira, 23/3, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a um pedido da oposição e determinou ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que prorrogue a CPMI do INSS. Caso Alcolumbre não o faça dentro de dois dias, a CPMI será considerada prorrogada de ofício.

A decisão de Mendonça será analisada pelo plenário do STF.

O pedido governista é assinado pelo deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) e pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP).

No requerimento, os dois justificam que uma prorrogação mais prolongada poderia dificultar a aprovação do relatório final.

“Prorrogação mais alongada do que a ora pretendida pode criar falsas expectativas. Não deve, de modo algum, ser negligenciado o risco de que todos os esforços feitos até o momento se percam sem a votação de um relatório final, no caso de prorrogação que se estenda até a campanha eleitoral”, diz o texto.

Andreza Matais – Metrópoles

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Foto: Adriano Machado/Reuters

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a concessão de prisão temporária e humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo prazo inicial de 90 dias, após alta médica.

Mesmo fora do 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como “Papudinha”, onde cumpria pena em regime fechado, Bolsonaro seguirá submetido a um conjunto de regras de monitoramento e conduta impostas pelo STF.

A medida tem caráter temporário e foi concedida para permitir a recuperação de um quadro de broncopneumonia. Ao fim do período, o Supremo deverá reavaliar a necessidade de manutenção da domiciliar, inclusive com eventual perícia médica.

Confira as principais regras impostas pela Justiça:

  • Uso de tornozeleira eletrônica: O ex-presidente será monitorado em tempo real pelo Centro Integrado de Monitoramento (CIME). A instalação do equipamento é condição imediata para o início do regime domiciliar.

  • Relatórios médicos semanais: A defesa e a equipe de saúde de Bolsonaro deverão enviar ao STF, a cada sete dias, um relatório detalhado sobre sua condição clínica e a evolução do tratamento.

  • Restrição de deslocamento: Bolsonaro deve permanecer em sua residência, saindo apenas para atendimentos médicos de emergência ou consultas previamente autorizadas, sob pena de revogação do benefício.

  • Segurança Pessoal: O ministro autorizou a retomada das funções dos seguranças a que Bolsonaro tem direito como ex-presidente. No entanto, a defesa tem 24 horas para enviar ao STF a lista com os nomes e dados de todos os agentes para cadastramento oficial.

  • Incomunicabilidade: Está proibido o uso de aparelhos celulares, telefones ou qualquer outro meio de comunicação externa, seja de forma direta ou por meio de terceiros.

  • Manifestações: Está proibido o acesso e a permanência de quaisquer acampamentos, manifestações ou aglomerações em um raio de 1 km do endereço residencial do ex-presidente.

  • Descumprimento: A decisão é clara ao determinar que qualquer violação das regras resultará no cancelamento imediato da prisão domiciliar e no retorno ao regime fechado ou, se o quadro de saúde exigir, para um hospital penitenciário.

Moraes atendeu a um pedido feito pela defesa do ex-presidente. A decisão favorável ao pleito dos advogados acontece após outras ordens rejeitando pedidos similares desde novembro do ano passado.

Com informações de CNN

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